quinta-feira, 10 de janeiro de 2019

Literacia 3Di - Fase Distrital


Vão representar o Agrupamento, na Fase Distrital do Concurso Literacia 3DI, entre 11 e 22 de março, os seguintes alunos: Denis Colzac, 5ºF (Matemática); Samira Azevedo, 6ºD (Ciências), Liliana Gomes, 7ºC (leitura) e Rúben Borbinha (Inglês).

Parabéns aos nossos vencedores!


Concurso Nacional de Leitura - Fase Concelhia

Os vencedores do Concurso Nacional de Leitura, fase Escola, que representarão o Agrupamento na Fase Concelhia, dia 8 de fevereiro, na Biblioteca Municipal da Amadora, são:


1ºciclo : Maria Afonso 3º ano e Gonçalo Fernandes 4ºano, EB1/JI da Brandoa;
2º ciclo: Joana Almeida 5ºC e Samira Azevedo 6ºD;
 3º ciclo: Liliana Gomes 7ºC (SMBA) e Rafael Albano 9º5 (ESFN);
Secundário: Diana Luz 10º3 e Sofia Morais 12º2.

As obras a concurso são:

1º ciclo
2º ciclo




3º ciclo
Secundário

segunda-feira, 7 de janeiro de 2019

Poesia à solta na ESFN



Maternidade Almada Negreiros



Desculpa Mãe,
Por não ser tão forte
Como me ensinaste.
Desculpa,
Pelos medos vivo, que não dispersei
Pela voz errante, com que não gritei
Por todos os dias em que não rezei.
Desculpa, mãe,
Pelos poemas que não te escrevi
Pelas metáforas em que me iludi
Por velhas histórias em que me perdi.
Desculpa, esta paixão errada,
Pela solidão que alimentei em mim.
Desculpa o choro,
Desculpa a mágoa,
Desculpa Mãe,
Por não ter mais coragem
De lutar por mim
E ter sido o cais de todas as partidas.
Desculpa Mãe,
Se não fui tão pura como me sonhaste
Se não fui tão doce como me ensinaste
Desculpa a raiva,
Desculpa, Mãe
O voo incerto em que me escondi
Desculpa a dor,
No teu olhar cansado
O medo, o destino que não impedi.
Desculpa as mãos, Mãe,
Desculpa as mãos
Sempre tão abertas errando o momento...
Mãe, desculpa agora
Aqui, no momento certo.
Desculpa se não sou perfeita
E te desiludi!

Telma Nogueira

segunda-feira, 17 de dezembro de 2018

Nôs Terra - Todos iguais

Trabalho alunos 2º ciclo
No dia 10 de dezembro, dia Internacional dos Direitos Humanos e celebração dos 70 anos da mesma declaração, realizou-se, no Fórum Luís de Camões, a performance teatral “Nôs Terra”, dinamizada pela Associações de Pais em colaboração com a escola Básica 2/3 Sophia de Mello Breyner Andresen (alunos, professores, direção e biblioteca escolar) e  com a direção artistica de Ana Kerley.
Esta performance teve como tema a inclusão, valorizando a origem e a cultura de todos os alunos do Agrupamento. No primeiro momento, os alunos da Turma H do 7.º ano, usando os trajes tradicionais dos respetivos países, leram na sua língua (português, crioulo de Cabo Verde, Fula, língua de uma etnia da Guiné- Bissau, francês – Guiné - Conakri, romeno, hindi, nepalês) o 1.º artigo da Declaração dos Direitos Humanos.
Mais tarde, Ana Kerley e um grupo de alunos representaram uma adaptação de um conto do livro Stória Stória de Helena Centeio.
Nesta iniciativa, participaram também a Associação Cultural “Moinhos da Juventude”, a contadora de Histórias Paula Afonso e, na última sessão, uma cantora e um músico que brindaram o público com música cabo-verdiana.

Foi um dia para relembrar que “Todos os seres humanos nascem livres e iguais em dignidade e em direitos. Dotados de razão e de consciência, devem agir uns para com os outros em espírito de fraternidade. “


Alunos do 7ºH

Ana Kerley atuando - Stória Stória
 


Paula Afonso


Trabalhos PCA

















Foi um dia para relembrar que 
“Todos os seres humanos nascem livres e iguais em dignidade e em direitos. Dotados de razão e de consciência, devem agir uns para com os outros em espírito de fraternidade. “

domingo, 9 de dezembro de 2018

Carta ao aluno que não lê "Os Maias" Visão


O escritor Afonso Reis Cabral, trineto de Eça de Queirós, escreveu para a VISÃO uma carta aos estudantes sobre o "calhamaço" publicado há 130 anos e ensinado nas nossas escolas. "Vês como respira? Como precisa de ti para sobreviver?"

O calhamaço que te obrigam a ler na escola está velho. Foi escrito há 130 anos (imagina a tua vida multiplicada por oito), é pois natural que te pareça demasiado pesado, um cadáver de papel do qual queres livrar-te o mais rapidamente possível. Mas atenção, tem calma. Pega-lhe com cuidado, sopesa-o na palma da mão como o telemóvel do qual dependes.

Vês como respira? Como precisa de ti para sobreviver?

Eu sei: a obrigação pesa. Só o facto de te meterem o livro à frente, de o analisarem contigo; pior, de o limitarem àquele tipo de estudo muito vazio que visa o exame, só isso já te estraga a vontade. A mim também estragou. Mas repara: o Eça não tem culpa de o submeterem à burocracia do ensino, de o terem posto nessa camisa de forças, e de te obrigarem a ti, que tens mais que fazer, a acatar ordens. Pensa que ele não escreveu para ti. Quer dizer, para te estragar a vida. Muito pelo contrário.
Afonso Reis Cabral

In Visão, 06-12-2018
Lê o resto do artigo na Visão


Afonso Reis Cabral ganhou o Prémio Leya em 2014 com o livro O Meu Irmão. Em 2018 editou o seu segundo romance: Pão de Açúcar

quarta-feira, 5 de dezembro de 2018

Poesia à solta na ESFN



E se, um dia, não soubesse escrever
o nome próprio de todas as coisas?
E se, um dia, ao querer vestir-me de palavras
me sentisse nua?
E se, um dia, num voar incauto
trespassasse o Sol e me encontrasse?



Há vértices de tempo
em que a luz se eclipsa
olha-se o destino, uma última vez
nada se procura, nada se encontra
apenas as mãos,
recordam afetos exilados
acariciam-se,
procuram-se, encontram-se
e juntas, rezam.

Telma Nogueira

Momentos da Feira do Livro 18



Divulgação dos alunos de Francês



Hora do Conto




Qual é o sabor da Lua?
Qual é o sabor da lua?




O Monstro das Cores