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segunda-feira, 24 de janeiro de 2022

24 JANEIRO: DIA INTERNACIONAL DA EDUCAÇÃO

Dia 24 de janeiro assinalou-se o Dia Internacional da Educação através do mote Changing Course, Transforming Education.

A Educação é só escola? Não. A Educação corresponde a um esforço conjunto, comunitário, na realização da humanidade e, por isso, envolve diversos agentes. É fácil? Não. Antes de mais, exige consciência social, isto é, a perceção de que o ‘bem individual’ depende do ‘bem social’ e vice-versa. Por isso, não tem sentido compreender uma educação que não seja inclusiva. Mais que um direito, a educação é um dever. O dever de combater o destino arbitrário, construindo, conjuntamente, percursos de vida dignificantes.

Deixamos a mensagem do secretário-geral da ONU, António Guterres, que pede que a instrução seja vista como um bem público e uma prioridade política para recuperação na sequência da crise de saúde.



domingo, 6 de outubro de 2019

5 de outubro Dia do Professor



O professor disserta sobre ponto difícil do programa.

Um aluno dorme, cansado das canseiras desta vida.


O professor vai sacudi-lo?
Vai repreendê-lo?
Não.
O professor baixa a voz,
Com medo de acordá-lo.
Carlos Drummond de Andrade

Eis as alguns DVD que podes encontrar na biblioteca da ESFN sobre educação e professores criativos.














sexta-feira, 12 de janeiro de 2018

Dia do "Perfil dos Alunos à Saída da Escolaridade Obrigatória"

O novo "Perfil dos Alunos à Saída da Escolaridade Obrigatória", que entrou em vigor em julho, será alvo de um debate nacional no dia 15 de Janeiro (2ª feira) para o qual foram desafiadas todas as escolas e comunidades educativas.

Para assinalar este dia, os docentes do Agrupamento de Escolas  Fernando Namora foram convidaddos a desenvolver uma das atividades seguintes nos últimos 20 minutos de aula:

Como será a Escola do futuro? O Aluno do Futuro?
Escrever um pequeno texto sobre este assunto, ou elaborar uma nuvem de palavras que ilustrem o essencial da Escola/Aluno do Futuro ou mostrar, através de um desenho, vídeo ou outro suporte, como entendem que deverá ser a Escola/Aluno do futuro.

Enumerar os 10 princípios/valores/competências que considerem essenciais para a definição do "Perfil dos Alunos à Saída da Escolaridade Obrigatória" ou qualquer outra atividade, que entendam.

Pode também assistir à Conferência Nacional "Dia do Perfil dos Alunos" em direto no site da DGE.

segunda-feira, 25 de setembro de 2017

A Maior lição do Mundo no Agrupamento

A escola EB1/JI da Brandoa e os alunos do 8º8ª participaram na sexta-feira 22 de setembro na “Maior Lição do Mundo”. Esta iniciativa promovida pela Direção-Geral da Educação e pelo Comité Português para a UNICEF, pretende fomentar, junto de crianças e jovens, a cidadania ativa e a reflexão crítica para a importância da educação no futuro das crianças, e na construção de sociedades mais pacíficas e prósperas.
O ministro de Educação, Tiago Brandão, dinamizou esta “lição”, conversando com os alunos do Agrupamento de Escolas de Caneças. Para iniciar esta “lição”, Tiago Brandão convidou os alunos do 1º, 2º e 3º ciclos e do ensino secundário a pronunciarem-se sobre as formas de “preservar o planeta Terra”.

Mais informações em http://maiorlicao.unicef.pt/






quinta-feira, 31 de agosto de 2017

Manuais escolares e outros recursos educativos - a lei mudou

Artigo interessante de Maria José Vitorino sobre a desmaterialização dos manuais escolares. In ALFINete

A lei 72/2017 publicada ontem em Diário da República - que vem alterar o regime jurídico de adoção e certificação dos manuais -, tem como única novidade o "fomento, desenvolvimento e generalização da desmaterialização dos diversos recursos educativos". A medida resulta de uma proposta do Partido Ecologista Os Verdes (PEV), aprovada em abril e justificada com a preservação de recursos naturais, o preço dos manuais e o peso excessivo transportado pelos alunos nas mochilas escolares.
A lei mudou, e isso tem importância, pois a nova redação obriga o Estado a agir relativamente aos manuais escolares, como já obrigava, mas compromete-o com estratégias que incluem naturalmente recursos digitais que ultrapassam o formato do manual tradicional - incluindo a sua produção, desmaterialização e generalização. A palavra generalização é importante, tanto como as outras - pois a universalidade do acesso a esses recursos é assumida como responsabilidade pública. 

Uma alínea que pode fazer a diferença se soubermos onde queremos chegar. A literacia digital neste caso é preciosa para ultrapassar juízos de corrida (estar à frente, estar atrás) e defender conteúdos relevantes, que todos possam escolher, usar, transformar e produzir. Não se trata apenas de ter menos peso nas mochilas, mas também do sentido que os recursos fazem nos percursos educativos e na efetiva igualdade de acesso a educação de qualidade por parte dos cidadãos. Em idade escolar, antes e depois da idade escolar.
Cada vez temos mais consciência de que se aprende dentro e fora da sala de aula, dentro e fora da escola

Nesse sentido, é pena que a última alínea do mesmo artigo que agora se altera não se tenha atualizado - onde se diz que o estado se obriga a promover a promover a "formação de docentes e responsáveis educativos em avaliação de manuais escolares", faltaria ir mais longe, e adicionar "e outros recursos educativos

Convém estar atento à paisagem, que não se resume aos editores comerciais e aos decisores oficiais. 
Para além dos caminhos traçados pela Rede de Bibliotecas Escolares, que de há muito assumiu a dimensão digital como uma vertente nuclear do seu desenvolvimento, e pelo Plano Nacional de Leitura, e das estratégias editoriais dedicadas a mercados nacionais - como a Porto Editora - ou internacionais - como a Planeta - há outros agentes que poderão ser determinantes na mudança de atitudes e nas medidas políticas com efeito real no quotidiano de quem aprende, ensina, forma e se forma.

Projetos como os do CIDAC com a Par-respostas sociais, por exemplo:  "Acima da Média! Descodificação dos Media ao Serviço da Cidadania Global"ou as iniciativas da Fundação Gulbenkian

Por exemplo... 

Em Maio de 2017, no Porto, decorreu o 4º Congresso Literacia Media e Cidadania, que reuniu uma comunidade significativa de educadores e investigadores
Entre 25 de Outubro e 1 de Novembro de 2017, bem depois das eleições autárquicas, acontece em todo o mundo a 6ª GLOBAL MIL WEEK - SEMANA GLOBAL DA LITERACIA DOS MEDIA E DA INFORMAÇÃO, para que a Unesco convoca parceiros em todo o mundo. Entre 24 e 24 de Outubro, em Kingston, Jamaica, acontece a 7ª Media and Information Literacy and Intercultural Dialogue (MILID) Conference.

Em Portugal , nos dias 21 e 22, teremos oportunidade de acolher alguns dos participantes dessa mesma Conferência, durante o 3º Seminário Internacional FOLIO EDUCA Revoluções, revoltas, rebeldias, educação, leitura e literatura.

É que isto anda mesmo tudo ligado.

9 dicas para os professores escolherem recursos educacionais digitais

A tecnologia permite o acesso a uma infinidade de recursos que podem ser usados no processo de ensino e aprendizagem. Para isso é preciso que os professores tenham a competência para selecionar os conteúdos e ferramentas mais relevantes para os seus alunos. Eles devem estar alinhados com os objetivos de aprendizagem previstos no currículo, ter consistência e fidedignidade, além de serem simples e intuitivos.
Levando em conta estes parâmetros, elencam-se 9 fatores que devem ser levados em conta ao longo do processo de seleção:

1) O conteúdo possui alinhamento com o currículo?
Aqui o professor precisa definir previamente o conteúdo pedagógico para o qual necessita dos recursos e delimitar os objetivos de aprendizagem que deseja alcançar. Feito isso, ele deve analisar se o recurso responde claramente aos objetivos, se está adequado ao público-alvo, se é relevante, preciso e confiável. Por fim, é preciso verificar se as atividades fazem sentido para os objetivos traçados.


2) O conteúdo é de qualidade e adequado ao propósito?
Para responder a essa questão, o professor deve verificar se o conteúdo é central e relevante dentro da experiência de aprendizagem. Objetos como imagens, áudio e vídeos devem ser adequados ao público e ao contexto de uso. Eles também devem ser de qualidade gráfica e sonora que permitam fácil entendimento nas diferentes plataformas. O documento do CIEB alerta, ainda, que devem ser evitados recursos com conteúdos com parcialidade política, religiosa ou étnica, preconceitos, material ofensivo ou omissões.


3) Possibilita métodos pedagógicos inovadores, promovendo engajamento e facilitando a aprendizagem?
Um dos benefícios dos conteúdos digitais é a grande variedade de tipos (texto, áudio, vídeo, imagens, páginas de internet interativas, aplicativos e jogos), que oferecem múltiplas oportunidades de escolha para aprender. O professor é quem deve planear a melhor forma de aproveitar essa diversidade, baseado no perfil dos alunos. Isso pode acontecer por meio de métodos como ensino híbrido, sala de aula invertida, ensino adaptativo, aprendizagem através de desafios, projetos, aprendizagem personalizada, dentre outros. Na seção glossário, do Porvir, encontra a definição de cada uma dessas estratégias.


4) Possui formas efetivas de avaliar a aprendizagem?
Um recurso educacional deve mostrar se o aluno conseguiu ou não alcançar os objetivos de aprendizagem propostos. Isso pode ser feito através de pequenas atividades incorporadas em diferentes etapas, de uma avaliação informal no final, de uma autoavaliação ou através de atividades em pares e em grupos. Também é possível fazer uma avaliação formal, que mede o nível de desenvolvimento alcançado pelo aluno durante e/ou após o uso do recurso em comparação ao seu conhecimento prévio.



5) É fácil de usar?
Um bom recurso não deve necessitar manuais ou orientações para ser usado. Além disso, o tempo que os alunos precisam se dedicar para entender como ele funciona não pode ser maior do que aquele requerido para aprender o conteúdo pedagógico. Um recurso com boa usabilidade tem imagens e ícones que seguem convenções. Ele deve funcionar de maneira consistente em diferentes dispositivos e ter design agradável.


6) Funciona com os sistemas disponíveis na sua rede/escola?
É indispensável que o professor conheça os sistemas da sua rede ou escola, principalmente o Ambiente Virtual de Aprendizagem (caso exista), porque tanto o uso do recurso quanto o acesso aos resultados das atividades depende dessa integração.


7) A infraestrutura disponível na sua rede/escola é suficiente para o uso do recurso?
É importante que o professor conheça as tecnologias presentes na sua rede/escola, saiba quais são as mais usadas pelos alunos e verifique se os requisitos mínimos do recurso, ou tecnologias suportadas por ele, têm resposta. Entre outros fatores, deve ter em conta o seguinte a: o tipo de dispositivo (computador, tablet ou smartphone); velocidade da ligação com a Internet da escola e dos alunos; sistema operativo (IOS, Android, Windows, MAC…); navegador (Internet Explorer, Chrome, Firefox…); disponibilidade de softwares (Word, Excel…); e tamanhos de écran (resolução). No caso de plataformas que funcionam em linha, o educador ainda pode verificar se também existe possibilidade de uso off-line, se a ligação da escola não for suficiente. Também é importante verificar as garantias de segurança e políticas de privacidade relativas aos dados dos utilizadores e se elas não violam os dados e a privacidade dos alunos.


8) Possui funcionalidades para inclusão e acessibilidade?
Aqui o professor deve verificar se o recurso possui funcionalidades que respondem ao uso de alunos com deficiência. As necessidades podem variar, mas pode-se destacar características como: interfaces simples, fáceis de usar, com possibilidade de adaptar o tamanho das fontes, cores de letras e fundo de tela, legendas ou áudio opcional de todo o conteúdo, incluindo descrição de imagens, além de guia de uso para alunos.


9) Procure referência e partilhe
O professor deve procurar referências sobre a reputação do autor, da instituição ou empresa que fornece o recurso, pois elas podem funcionar como um indicador importante de qualidade. Caso não haja referências, será necessário procurar outros recursos do mesmo autor, instituição ou empresa. Ele pode conversar com outros professores que já utilizaram – isso ajuda a entender os principais pontos fortes e fracos do recurso e do fornecedor.


Adaptado do português do Brasil.

In Blog RBE 29-08-2016

domingo, 19 de fevereiro de 2017

Perfil dos alunos à saída da Escolaridade Obrigatória

O documento: "Perfil dos alunos à saída da Escolaridade Obrigatória" encontra-se em consulta pública até ao dia 13 de março de 2017.
No âmbito do debate alargado lançado pelo Ministério da Educação sobre o Currículo do século XXI, foi constituído um Grupo de Trabalho tendo em vista a definição do perfil de saída dos jovens de 18 anos de idade, no final de 12 anos de escolaridade obrigatória (Cf. Despacho n.º 9311/2016, de 21 de julho).
Concluídos os trabalhos do referido Grupo, o Ministério da Educação coloca agora em discussão pública, até ao dia 13 de março de 2017, o documento Perfil dos alunos à saída da Escolaridade Obrigatória, disponível em: http://dge.mec.pt/perfil 
Pretendendo-se que este momento de consulta pública se paute por uma participação plural, agradecemos, desde já, o V/ contributo através do preenchimento do formulário eletrónico: http://area.dge.mec.pt/perfil  
In  http://dge.mec.pt/  

sexta-feira, 18 de novembro de 2016

Educar não é Fácil… a sua participação é Fundamental!

A Equipa do SPO (Serviço de Psicologia e Orientação) do Agrupamento, convida os Pais e Encarregados de Educação a estarem presentes na 1ª Sessão Parental que se realiza no dia 23 de novembro às 17h30 na EB1/JI Sacadura Cabral.
Consulte aqui o folheto.


domingo, 18 de setembro de 2016

Outubro: Mês da Educação - Fundação Francisco Manuel dos Santos

Em 2016, o Mês da Educação dará continuidade às grandes conferências e apresentações de estudos organizadas pela Fundação Francisco Manuel dos Santos.
Eis a lista das conferências:
 - Organização da rede escolar – 12 de outubro     
 - Os professores são todos iguais? – 17 de outubro 
 - Comparação dos exames em Portugal com 12 países – 19 de outubro 
 - O impacto da retenção escolar em idades precoces – 26 de outubro 
 - Porque melhoraram os resultados dos alunos portugueses? – 27 de outubro  
Inscreva-se aqui.

terça-feira, 20 de maio de 2014

Mais de 70% dos portugueses que trabalham por conta própria têm apenas o ensino básico

Portugal é o pior dos 28 países da União Europeia no tocante à escolarização: 70,6% dos trabalhadores por conta própria não passaram do ensino básico e apenas 40% da população completou o secundário, contra uma média comunitária de 75,2%.
Leiam o resto da notícia no Público.