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sexta-feira, 20 de maio de 2016
Verão na Nova 2016
Passa duas semanas do teu Verão na Universidade NOVA.
Fica a conhecer as 14 licenciaturas em atividades dinâmicas que te permitirão conhecer melhor a tua faculdade e os teus futuros professores e colegas.
A edição de 2016 realiza-se de 27 de junho a 8 de julho. As inscrições abrem brevemente.
terça-feira, 17 de maio de 2016
sábado, 14 de maio de 2016
Leituras Partilhadas: O Amante Japonês, Quando a noite cai
Em
1939, Alma Belasco, uma rapariga judia, escapa à perseguição dos nazis, fugindo
para São Francisco onde passa a viver com os tios americanos. A jovem tem
dificuldades em integrar-se no seio da família mas estabelece laços de amizade
com o primo Nathaniel e de amor com o filho do jardineiro da casa, o japonês
Ichimei.
A
narrativa do percurso de vida da protagonista começa na sua juventude e
acompanha-a até à velhice, passada numa residência para idosos excêntricos
chamada Lark House.
Neste
livro, O amante japonês, Isabel
Allende regressa ao género de romance a que nos tinha habituado há muito tempo
e de que já tínhamos saudades.
Ana Cardoso
Quando a noite cai é um livro que mistura factos verídicos e
ficcionais, a queda do voo TWA 800 em frente à costa de
Long Island, poucos minutos depois de ter levantado voo do aeroporto JFK. Tem
também um final surpreendente.
Para quem gosta de policiais, aconselho a
leitura de Nelson DeMille. Li duas das suas obras – A Ilha do medo e Quando a
noite cai – e confesso que a sua escrita “agarra”, torna-se difícil de parar de
ler. O protagonista destas obras é muito engraçado, um investigador muito
inteligente mas também muito arrogante com um humor muito particular.

Lúcia Teixeira
Cai a noite em Nova
Iorque. Um avião levanta voo do Aeroporto internacional JFK com destino a
Paris. Numa praia deserta de Long Island - a poucos quilómetros de distância -
um casal apaixonado vive uma noite de amor proibido. Encoberto pelas dunas e
pelo crepúsculo a sua única testemunha é a câmara de vídeo que trazem consigo. O
romantismo do momento é interrompido abruptamente por uma enorme explosão. O
Boeing 747 que acabar de levantar voo, incendeia o céu. Despenha-se pouco
depois, incandescente, nas águas profundas do Atlântico. O casal agarra nas
suas coisas e abandona, apressado, a zona do acidente ao mesmo tempo que vê os
carros da polícia aproximarem-se do local a toda a velocidade. A câmara de
vídeo regista toda a tragédia.
Escrita criativa : Deambulação de Catarina Moita
Onze horas da manhã. Não está
propriamente um bom dia para deambular, mas o que era Sintra sem o exotismo da
sua paisagem envolta em nevoeiro?
Tudo parece estar clamo e no seu lugar,
tirando um ou outro carro que vai passando e perturba a paz do silêncio
sufocante e enternecedor. Ouve-se o corriqueiro grito irritante do pavão. Uma
criatura tão vistosa e cheia de si mas que não deixa ninguém cá em casa dormir.
Pobre animal, apenas a fazer aquilo que a Natureza lhe diz que tem de fazer.
Tal como todos nós, que deambulamos por aqui e por ali às ordens das leis de um
universo cósmico que alguém num domingo à tarde (com certeza muito aborrecido)
decidiu inventar. Bem, sem querer entrar por grandes filosofias a esta hora.
A manhã vai-se desenvolvendo sombria,
chuvosa e misteriosa como deve ser. À frente, mato. Atrás, mato. De todos os
pontos cardeais possíveis, de minha casa só se vê um manto de pinheiros
escravos a dançar ao ritmo do vento.
A chuva vai-se intensificando. Que
maravilhoso dia está lá fora para ficar cá dentro. Já que não posso deambular
pelas ruas físicas, deambulo então por cada canto da rua na minha mente.
Estou neste momento a atravessar por
cima do rio que ameaça transbordar. Sempre me lembro do rio com aquele chorão
colossal à beira. Continuo o meu caminho pelas vivendas e moradias. Suspeito
que esteja toda a gente na cama a dormir a sesta depois de um almoço farto. Uns
metros mais à frente e ah! Cá está! O Património Mundial da UNESCO! Um
monumento do mundo, mas que é tão meu. Lá em cima no topo da Serra a maravilhar
os olhos de Deus sempre que Ele olha cá para baixo. Uma visão de uma estética
romântica e paradisíaca, própria de um conto de fadas. Como diria Saramago,
“Sintra daria um bom paraíso no caso de Deus fazer outra tentativa”
Catarina Moita – 11º1
sábado, 7 de maio de 2016
O Agrupamento está de Parabéns!

A Editorial Caminho convidou as alunas a
estarem presentes na cerimónia
pública de entrega dos prémios, que decorrerá no dia 7 de junho, às 14.30 horas, junto ao espaço Leya, na Feira do Livro de Lisboa, no Parque Eduardo
VII.
sexta-feira, 6 de maio de 2016
Concurso de Escrita Criativa 16 - Textos Premiados

A partir de um dos títulos
aconselhados, escreve uma nova história,
num texto em prosa que não ultrapasse as duas páginas A4.
No teu texto poderás incluir a(s)
frase(s) exemplificativa(s) da obra selecionada.
Textos Premiados
Apresentamos um excerto de cada texto produzido. Podem ler a versão integral aqui.
1º lugar - Rúben Simões, 12º1
A
Melodia do Adeus
Escurece… Mais um dia
que acaba e a cidade parece dormir.
Já mal a vejo. Quando
apaga a luz, vem deitar-se a meu lado, em teimosas miragens que não quero
largar. Oh, ópio perfumado! Assim que caio no sono, alucino com outras noites
em que, sem sono, fui bem mais feliz com ela.
Batem duas horas no
sino da igreja, nem dei pela entrada da madrugada… Batem dois estrondos na
minha cabeça e eu acordo. Desperto do sonho adormecido para o pesadelo
acordado. “Perdi o controlo sobre tudo. Até sobre os lugares dentro da minha
cabeça.”
...
2º lugar - Miguel Palma,
12º1
A
Rapariga no Comboio
Meter o pé no comboio
e não saber ao que vais. Não te alistaste para isto. “Onde é que me desinscrevo?”. Entraste e
desajeitadamente procuras onde pertences. O teu lugar é aquele e mesmo que
queiras, não te podes sentar naquele que vai com vista para o mar. O estofo
verde-escuro cobre uma espuma desconfortável, viras-te e reviras-te até
encontrares a tua posição ideal. Acabas com a testa encostada ao vidro, a mão
na face suporta o peso da cabeça enquanto o cotovelo se apoia no parapeito do
vidro gelado. O olhar apaga-se. Tens uns olhos escuros, brilhantes, já os vi
perfurar sete almas só nesta carruagem, incluindo a minha. Estranha essa
sensação, de te olharem para lá do teu corpo físico e chegarem ao que só alguns
olhos com poderes conseguem ver. O que será que eles veem?
...
3º lugar - David Miranda,
11º1
V
de vingança
A poeira assentou.
Olhei em meu redor, escombros e destruição por toda a parte. Já mal se viam os
aviões, aquelas máquinas voadoras que espalharam pela nossa “casa” um imenso
mar de sangue vivo. O céu estava coberto por uma camada de nuvens carregadas, e
também a mim me apetecia chorar.
Akim, o meu jovem
filho e um grande orgulho, segurava na mão esquerda uma espingarda,
permanecendo imóvel ao lado do corpo da mãe gélido e endurecido. Que diziam os
seus olhos? Seria aquele verde intenso tristeza? Ou vingança?
...
segunda-feira, 2 de maio de 2016
Atractor é um portal dedicado à Divulgação da Matemática. Nele encontras conteúdos matemáticos, com imagens, vários materiais interativos e animações. Consulta a seguinte página para teres uma ideia desses conteúdos.
domingo, 1 de maio de 2016
Significado e História do 1º de maio - Dia do Trabalhador
1 de maio é o Dia do Trabalhador, data que tem origem a primeira manifestação de 500 mil trabalhadores nas ruas de Chicago, e numa greve geral em todos os Estados Unidos, em 1886. Três anos depois, em 1891, o Congresso Operário Internacional convocou, em França, uma manifestação anual, em homenagem às lutas sindicais de Chicago. A primeira acabou com 10 mortos, em consequência da intervenção policial. Foram os factos históricos que transformaram o 1 de maio no Dia do Trabalhador. Até 1886, os trabalhadores jamais pensaram exigir os seus direitos, apenas trabalhavam.
Vejam o seguimento desta notícia em PT Euronews
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